| Idealizador: | Secretaria Municipal dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS) em parceria com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha |
| Público-alvo: | Profissionais e beneficiários que sofrem com consequências da violência armada |
| Objetivo: | Reduzir o impacto da violência sobre os serviços básicos e sobre os profissionais atuantes, e oferecer o acesso de uma forma mais segura aos beneficiários |
| Ações: | Implementação da metodologia através de treinamentos e oficinas Acesso Mais Seguro (AMS) com os profissionais. A metodologia se estrutura em quatro eixos principais de atuação que são trabalhados no decorrer da implementação do AMS, tais como: analise de contextos e riscos, gestão de crise, gestão de estresse e tratamento de riscos |
| Local de atuação/sede: | Nos 27 Centros de referência da Assistencia Social (CRAS) no Municipio de Fortaleza |
| Início/histórico de idelização: | A Prefeitura Municipal de Fortaleza assinou em 2018 um Acordo de Cooperação Técnica com o CICV para implementação do Acesso Mais Seguro (AMS) |
| Resultados: | Coleta de informação sistematizada acerca dos impactos da violência armada sobre os serviços essenciais; Protocolos previamente pactuados para ações rápidas frente a situações de risco ou crise; Maior preparo de profissionais e gestores: agilidade no processo de tomada de decisão frente a situações de violência armada; Otimização na aplicação dos recursos públicos a partir da análise contínua e do tratamento dos riscos preconizado no processo de implementação do AMS; Ampliação e qualificação da comunicação entre membros da equipe e entre serviços; Adoção, pelos profissionais das unidades, de comportamentos mais seguros que favorecem a aceitação da instituição na comunidade; Redução de fechamentos de unidades devido a eventos relacionados à violência armada e maior agilidade na retomada de atividades; Adoção de protocolos de interlocução com outras instituições e secretarias que compartilham o mesmo território; Melhoria da produtividade e da eficiência dos profissionais que se sentem mais apoiados e protegidos pela instituição; promoção de espaços de cuidados a saúde mental dos profissionais - projeto Reexistir e práticas integrativas |
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